Acabado de regressar de Luanda, onde estive duas semanas, muitas das conversas acabam por cair na forma como as coisas funcionam em Angola. Não raro, as conversam giram à volta da realidade profissional, das condicionantes específicos de um país diferente, da forma como a gestão da influência se faz, como a língua simplifica ou complica a capacidade de fazer coisas e colocar todos os interessados (os stakeholders...) orientados no mesmo sentido.
É mais simples? É mais complexo? Como se consegue? que "skills" são mais importantes?
Que diferenças são visíveis entre Portugal e Angola, na gestão dos projectos?
Que importância têm os aspectos culturais na gestão de projectos, no estabelecimento de uma linguagem comum que leve uma equipa multicultural a entender-se, baseada em alguma plataforma comum de comunicação, para levar por diante um projecto?
Uma questão para debater. Porque as respostas também têm culturas subjacentes...
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