Quem já geriu projectos em diferentes organizações sentiu “na pele”, quase de certeza absoluta, o que teorizam os livros: o Gestor de Projectos (GP) exerce a sua função de forma completamente diferente dependendo da organização onde está inserido.
Esta diversidade na forma como se é GP levanta, para mim, uma questão básica:
Quando é que um profissional que gere um projecto não é GP? Ou, o que tem de garantir um profissional que gere um projecto para lhe podermos chamar GP?
Na minha opinião, um GP na sua forma minimalista é:
Um profissional que consegue apresentar factualmente a situação do projecto e consegue prospectivar a situação dos trabalhos do projecto até à conclusão deste.
Concordam? Ou, saber apenas onde está e para onde vai o projecto é demasiadamente redutor para a função de GP?